Hipertensão Arterial: mal silencioso e devastador

Hipertensão Arterial: mal silencioso e devastador
hipertensão

Se não
tratada corretamente, doença pode afetar diretamente a saúde, com danos ao
cérebro e rins.

Você tem se
atentado para seus níveis de pressão arterial? Essa é uma preocupação constante
dos médicos, que veem cada vez mais pacientes chegarem aos consultórios com um
grau elevado de hipertensão arterial. E o que é pior, há tempos a doença tem
atingido uma faixa mais jovem da população.
Os motivos: hábitos de vida ruins, como alto
consumo de sal e sódio, rotina estressante, sedentarismo e obesidade.

 

Diante de
mais um Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, lembrado sempre
em 26 de abril, o cardiologista do Centro do Coração de Londrina, Ricardo
Rodrigues,
alerta que o cuidado com a doença precisa ser constante. Isso porque a
hipertensão é um mal silencioso. Ele orienta que a pressão arterial deve ser
medida pelo menos uma vez por ano, ou a cada seis meses, para quem já possui
histórico de doenças cardiológicas.

 

Os níveis de pressão e os fatores de risco vão
influenciar diretamente no tratamento da doença. Colesterol alto, diabetes,
obesidade, sedentarismo são agravantes perigosos. Quando não tratada
corretamente, a hipertensão arterial pode afetar outras questões da saúde.
“Esse é um problema, por que ela pode atingir os vasos sanguíneos,
causando danos ao cérebro, rins e ao próprio coração, como insuficiência
cardíaca”, alerta Rodrigues.

 

Pessoas com histórico na família têm mais chances
de desenvolver o problema de forma hereditária. Dados do Ministério da Saúde
mostram que as mulheres ainda são as mais atingidas, com 27,5%. Homens são 23,6%.
Pessoas acima dos 60 anos lideram os casos por faixa etária.

em frente à clínica

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